No final da manhã deste sábado (21), o site da Lojas Renner voltou ao ar, dois dias depois de ser atingido por um ataque hacker do tipo ransomware. Este cibercrime consiste em “sequestrar” os dados por criptografia e pedir uma quantia de resgate para liberação.
Apesar de a página estar em funcionamento novamente, muitas áreas ainda operam com lentidão ou não estão disponíveis ainda. A mesma situação também se aplica a Camicado e Youcom, ambas controladas pela Renner.
Entenda o caso
O ataque de ransomware aconteceu na última quinta-feira (19) e derrubou o acesso a todo o site da varejista. A liberação aconteceria mediante ao pagamento de R$ 5,42 bilhões, segundo fontes ao site Livecoins.
Ao todo, mais de 2 mil servidores teriam sido afetados na invasão. No entanto, segundo a própria loja explicou em nota na sexta-feira (20), os bancos de dados ficaram presentados, bem como as informações pessoais dos clientes. Além disso, nenhuma loja física teve seus sistemas interrompidos.
Ataque ransomware
O ransomware nada mais é do que um sequestro digital, no qual os cibercriminosos utilizam um software para segurar as informações e criptografar os dados com uma chave de acesso única.
Desta forma, a vítima acaba por ficar refém dos criminosos para conseguir as informações de volta. Com isso, os bandidos pedem uma quantia de resgate, muitas vezes solicitada em criptomoedas, para evitar que se faça o rastreio da transação.
A coluna Detetive TudoCelular já chegou a alertar em outubro do ano passado que a prática criminosa estava avançando especialmente contra empresas, governos e até hospitais – mesmo em meio à pandemia. Além disso, o Brasil é líder em casos desse tipo na América Latina.
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Lojas Renner: site volta a funcionar após ataque hacker derrubar página por dois dias - Tudocelular.com
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